Em tempos de teologia da libertação e da prosperidade alguém sofrer por conta do evangelho é algo extraordinário. Esta semana a rede globo, em seu principal noticiário, trouxe a informação de um homem condenado a morte no Irã por ser cristão. O reportagem chamava a atenção para o fato de o irã não respeitar o direito de diversidade religiosa, algo presente no Brasil. No entanto, o fato principal desta história deve ser a firmeza de nosso irmão iraniano.
O cristianismo em solo tupiniquim é muito brando. Temos tanta liberdade que não fazemos nada. A igreja se envolve com mundo, e mais se aproxima de boates do que de centros religiosos. As pessoas que abarrotam as igrejas neopentecostais os fazem a procura da rosa abençoada, da fronha dos sonhos de Deus, da caneta que faz passar no vestibular, no bombom que trás a pessoa amada em três dias. Muitas superstições e crendice que nada tem haver com evangelho Bíblico. Tenho escrito que o diabo não tem aliados mais eficazes do que igrejas como a universal, mundial e internacional da graça. Seitas que tiram os olhos dos fiéis da obra expiatória de Cristo na Cruz e fazem de Deus um estivador. Sem vidas transformadas, sem conversão, sem testemunho e sem vida eterna. O exemplo do iraniano, mais do que nos alertar para a falta de liberdade em seu pais, deveria nos inspirar, nos fazer perceber que o que se vive no Brasil não e evangelho, é catolicismo sem imagens, mas tão idolatra quanto e conduzirá estes "fiéis" ao inferno. Louvo a Deus por não ser evangélico, graças a Ele sou reformado.
Quem não estiver disposta a morrer pelo evangelho não merece viver eternamente.
Que Deus tenha piedade de nós.
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