quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Refletir é preciso...

Pensando um pouco sobre política em ano de eleição. Os ramos do cristianismo tendem a olhar de forma diferente o seu envolvimento com o estado. BATISTAS são contrários ao envolvimento com a política e pregam uma separação radical entre estado e igreja. CATOLICOS olham para a igreja como a senhora do Estado, (um exemplo é o casamento religioso), anglicanos veem o Estado como o Senhor da Igreja e assim se submetem sem crísticas aos seus governantes. O sistema Calvinista (Igreja Presbiteriana do Brasil, como exemplo de uma igreja calvinista) reconhecem uma intercessão entre o estado e a Igreja. De certa forma a igreja é independente do Estado e o estado é independente da Igreja, mas a igreja está e deve está envolvida no estado. O sistema calvinista reconhece no estado uma extensão da mão de Deus, sendo ministro divino para a punição do Mal. Por isso que dentro de um igreja reformada (calvinista) não se dá atenção a política ou a eleição de candidatos, pois o sistema reconhece que seja qual for o candidato eleito, católico, espírita ou ateu, ele deve desempenhar seu papel como representante do povo e não de uma instituição. Por isso a igreja não elege seus representantes, (crente votando em crente) pois todos os eleitos são ministros de Deus e assim representantes da igreja.