Diferentes povos, diferentes raças, diferentes culturas este é o mundo. Para uma convivência pacífica os homens, organizados em sociedades, criam normas de conduta. Essas normas possuem a finalidade de reger as muitas relações dentro desta diversificada estrutura social. Por um lado elas implicam em deveres a serem cumpridos e por outro lado, penalidades em caso de quebra de alguma delas. A justiça é estabelecida quando as regras, indistintamente, são aplicadas sobre cada cidadão. Grandes ou pequenos, homens ou mulheres, negros ou brancos. Não é sem motivo que a figura tradicional da justiça é uma mulher segurando uma balança, com os pratos centralizados, e tendo os olhos vendados.
As regras das sociedades são o reflexo ou expressão da imagem de Deus no homem. Mesmo após a queda o homem traz, ainda que deturpada pelo pecado, a imagem do seu criador; sendo uma das facetas dessa imagem a retidão. O senso moral que julga, que estabelece regras, que delineia limites e cria fronteiras entre o certo e o errado e entre o direito de um e o do outro, é usado por Deus para refrear o avanço do mal. Por isso o estado como sociedade organizada, ou mesmo a tribo com seus caciques, podem ser chamados de ministros de Deus, um instrumento divino que pela aplicação justa das condenações previstas na lei, freia o avanço do mal entre as pessoas e torna a convivência possível e o mundo habitável.
Uma sociedade organizada dentro desse ideal de justiça funcionaria perfeitamente. Entretanto, a retidão como faceta da imagem de Deus se corrompeu por causa da queda. Assim, ainda que possuindo a capacidade de se organizar e de julgar entre o certo e o errado, ou mesmo tendo a capacidade de agir de acordo com a lei de Deus no que se refere a criação das normas, um novo elemento é adicionado. Um elemento “corrompidor”, o pecado.
O pecado passa a ser um elemento condicionante dentro de qualquer sistema, pois, a sociedade, que se explica pela harmonia do grupo e seu desenvolvimento em detrimento do particular, sofre a sua influência negativa . As leis regem o indivíduo em prol do coletivo, o pecado inverte isto e o indivíduo passa a ser o centro de todo o sistema. Contudo, as normas criadas ainda protegem o grupo em detrimento do particular, mas para burlar isto o pecado se manifesta na injustiça. E o que seria a injustiça, se não o abandono da verdade, ou a aplicação parcial da lei em beneficio particular? A venda deixa um dos olhos à mostra, a balança possui pesos falsos, e aquele que paga mais tem o seu “direito” assegurado.
A injustiça possui um combustível, algo que a sustenta e motiva: o enriquecimento. Uma sociedade edificada sobre sistemas financeiros, onde o lucro é o objetivo a ser alcançado, onde o ter é essencial e onde as pessoas são movidas pelo sonho de consumo, o dinheiro, como a raiz de todos os males, passa a exercer o peso fundamental na balança. A verdade, como análise dos fatos puro e simples ou como manifestação de uma retidão original, ainda que corrompida, mas presente, é ofuscada, quando não esquecida, pelo preço do terno ou a marca do carro de quem reclama. O estado como instrumento da democracia surge neste contexto com um discurso populista, mas com medidas paliativas criando mais desconfiança. Sendo o dinheiro o fator motivador, superabundam malas, meias e panetones no poder público, realçando e nominando a injustiça como corrupção. Onde mais uma vez, a verdade como instrumento de concorrência justa e leal é eclipsada por aquele que paga mais.
O cidadão, parte do grupo maior, que não possui o peso necessário se vê a mercê do sistema corrompido, criado a princípio para protegê-lo, mas, que agora o oprime. Essa realidade cria um sentimento de insegurança e faz o indivíduo mais fraco se isolar atrás dos muros, mais altos a cada dia, com medo do estado, por não confiar nele; e com medo da sociedade por causa da injustiça reinante.
A moeda de troca influencia até mesmo os redutos onde o indivíduo deveria se sentir seguro. Diante da injustiça, nada melhor que buscar a verdade e a justiça naquele que é a verdade e que julga por padrões maiores, ou seja, Deus. Entretanto, o pecado como “corrompidor” está presente até mesmo entre aqueles que falam da justiça e da verdade em nome de Deus. O milagre é para quem paga mais, a bênção tem preço tabelado e as promessas graciosas são vinculadas a ofertas voluntárias. Até mesmo em círculos históricos, a verdade pura do evangelho é maquiada e o mal aceito como expressão da cultura para não se perder salários altos. Mais uma vez o indivíduo oprimido pelo sistema corrupto, se vê sozinho e sem saída. Mas, existiria uma saída?
A lei como instrumento de Deus para frear o mal, pode ser resumida em apenas uma sentença: ao outro o que eu quero para mim. Não é sem motivo que o resumo da lei é a amar a Deus e ao próximo. Ou seja, tirar os olhos do eu, do particular, do privado e olhar para o alto e para o indivíduo que está além. Esta é a conduta daqueles que possuem um compromisso maior, não apenas com o social, mas com Deus; daqueles que obedecem as regras da sociedade, não por medo da punição, mas por dever de consciência. Que lutam contra a corrupção não com palavras, mas com a vida, refletindo nas estruturas corrompidas à luz daquele que é o sol da justiça, se tornando assim, verdadeiros luzeiros. Homens que não são movidos pelo lucro imediato, temporal, mas que entesouram bens maiores em outro lugar.
A influência marcante de um envolvimento com o sagrado se reflete no dia a dia, no trânsito, na escola, no trabalho, na política; salgando, iluminando e fazendo diferente e a diferença. Existe uma saída: conduta cristã genuína e influente. Que não esconde a verdade, que denuncia o erro e aponta o caminho, a verdade e a vida. Que propaga a mensagem conhecida como boas novas, não apenas em discursos, mas com a existência. vivendo no grupo a transformação particular que a verdade do evangelho produz.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
A presença de Deus é o maior milagre
Hoje foi um dia normal. Nada de anormal aconteceu. Se bem que sendo pré feriado de carnaval, eu e meus irmãos resolvemos fazer um passeio a uma cidadezinha aqui próxima de BH, apenas a 44 km. Saímos cedo e ao longo do caminho nos deparamos com um acidente, uma moto em chamas no meio da estrada. Paramos, não havia feridos e o trânsito continuou normalmente e nós também. Depois de aproximadamente 40 minutos chegamos a Brumadinho. Fomos para uma casa, apenas o tempo necessário para um rápido lanche. Pegamos nossas coisas e rumamos para a beira de um rio que ali passa. Nada melhor que um rio bonito em um calor de 35 graus. Ficamos ali umas boas três horas. Ao fim delas voltamos para a casa pegamos os carros e voltamos para BH.
E a coluna de nuvens nunca se afastou do povo durante a caminhada no deserto.
Esta é uma declaração que se repete nas escrituras para demonstrar a providência de Deus que sempre se fez presente com o povo de Israel. Deus sempre esteve ao lado deles. Os sustentando, os protegendo, os guiando até a terra que Ele lhes havia prometido. Deus nunca se afastou.
Um dos grandes perigos em nossa caminhada é deixarmos de perceber a presença de Deus ao nosso lado. Nos assustamos quando vemos no noticiário reportagens que mostram pessoas que saíram ilesas depois de grande perigo. Da bala que desviou na tampa da caneta, ou da criança que após cair do 10º andar do prédio sobreviveu sem seqüelas. Milagres e mais milagres.
Da mesma forma percebemos claramente a presença de Deus na vida do povo de Israel quando lemos a travessia do mar vermelho, as transformação das águas amargas de Mara em água doce, ou quando Deus tira da terra seca um manancial de águas para dessedentar o povo em massá e em meribá. Mas não foram apenas nestes momentos que Deus esteve com eles. A coluna de nuvens nunca se afastou deles. Mesmo quando nada de extraordinário acontecia, ainda assim Deus estava presente.
Vivemos tempos em que muitos milagres são apregoados no meio evangélico brasileiro. Muitos deles questionáveis. Algumas igrejas se baseiam em milagres para demonstras que Deus está entre eles. Bem, se milagre comprova a presença de Deus, Alá deve ser o deus verdadeiro, pois, em nenhuma religião se faz tantos milagres como no islamismo. Creio que o Deus da Bíblia é o verdadeiro e único Deus e é sim um Deus de milagres. Mas que não despreza os meios ordinários para demonstrar a sua presença. No sustento diário conseguido pelo suor do rosto do trabalhador; na cura vinda do estudo do cientista e aplicada na prática pelo médico no posto de saúde. Pela prevenção diária deixando de ir a lugares de risco. Pelo Patrulhamento feito pelos policiais. Pelo Exército protegendo as fronteiras. Pelo governo direcionando a prefeitura, o Estado e o País. Todos estes são meios que Deus utiliza para intervir na história e proteger o seu povo.
Hoje, sai com meus irmãos e minha filha. Quantos perigos eu passei? Quão perto da morte eu estive a cada curva, entrando no rio e lutando contra a correnteza? Mas em cada momento Deus ali estava, me protegendo, guardado e guiando. Estes sim foram grandes milagres, Graças a Ele estou em casa são e salvo... graças a Deus, A coluna de nuvens sempre esteve presente.
E a coluna de nuvens nunca se afastou do povo durante a caminhada no deserto.

Esta é uma declaração que se repete nas escrituras para demonstrar a providência de Deus que sempre se fez presente com o povo de Israel. Deus sempre esteve ao lado deles. Os sustentando, os protegendo, os guiando até a terra que Ele lhes havia prometido. Deus nunca se afastou.
Um dos grandes perigos em nossa caminhada é deixarmos de perceber a presença de Deus ao nosso lado. Nos assustamos quando vemos no noticiário reportagens que mostram pessoas que saíram ilesas depois de grande perigo. Da bala que desviou na tampa da caneta, ou da criança que após cair do 10º andar do prédio sobreviveu sem seqüelas. Milagres e mais milagres.
Da mesma forma percebemos claramente a presença de Deus na vida do povo de Israel quando lemos a travessia do mar vermelho, as transformação das águas amargas de Mara em água doce, ou quando Deus tira da terra seca um manancial de águas para dessedentar o povo em massá e em meribá. Mas não foram apenas nestes momentos que Deus esteve com eles. A coluna de nuvens nunca se afastou deles. Mesmo quando nada de extraordinário acontecia, ainda assim Deus estava presente.
Vivemos tempos em que muitos milagres são apregoados no meio evangélico brasileiro. Muitos deles questionáveis. Algumas igrejas se baseiam em milagres para demonstras que Deus está entre eles. Bem, se milagre comprova a presença de Deus, Alá deve ser o deus verdadeiro, pois, em nenhuma religião se faz tantos milagres como no islamismo. Creio que o Deus da Bíblia é o verdadeiro e único Deus e é sim um Deus de milagres. Mas que não despreza os meios ordinários para demonstrar a sua presença. No sustento diário conseguido pelo suor do rosto do trabalhador; na cura vinda do estudo do cientista e aplicada na prática pelo médico no posto de saúde. Pela prevenção diária deixando de ir a lugares de risco. Pelo Patrulhamento feito pelos policiais. Pelo Exército protegendo as fronteiras. Pelo governo direcionando a prefeitura, o Estado e o País. Todos estes são meios que Deus utiliza para intervir na história e proteger o seu povo.
Hoje, sai com meus irmãos e minha filha. Quantos perigos eu passei? Quão perto da morte eu estive a cada curva, entrando no rio e lutando contra a correnteza? Mas em cada momento Deus ali estava, me protegendo, guardado e guiando. Estes sim foram grandes milagres, Graças a Ele estou em casa são e salvo... graças a Deus, A coluna de nuvens sempre esteve presente.
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