Feitos a semelhança de Adão, mas moldados a semelhança de
Jesus
Algo nos uniu ao pai de toda a raça. Algo que derivamos dele
por geração ordinária, o pecado. Esta miséria é passada de pai ao filho em
todas as gerações e nos torna culpados do ato impensado de Adão no Éden. Qual
ato? O dar ouvidos a voz de sua mulher e comer o fruto ao qual Deus lhe havia
proibido comer. Assim, por este ato entrou o pecado no mundo. Em conseqüência a
morte passou a reinar na natureza humana, pois o salário do pecado é a morte.
Trazemos o pecado em nós como uma herança maldita e da qual não podemos nos
livrar. Por natureza somos pecadores e geraremos outros pecadores. No entanto a
graça de Deus em Cristo é a solução de Deus para o pecado humano. Por meio da
obediência ativa de Cristo e por sua morte substitutiva, Deus nos justifica mediante
os méritos de Cristo, e resolve o problema do pecado. Isto não significa que
deixamos de ser pecadores, mas que algo maior que o pecado está em nós, o
Espírito Santo. Esta presença sobrenatural, após a conversão, vem agora
moldando a nossa velha imagem caída à imagem daquele que é a expressão exata do
ser divino, Jesus. E assim, a cada dia somos transformados de glória em glória,
até que enfim chegaremos aquele glorioso dia. Dia da transformação radical. Quando
o que é mortal se revestirá de imortalidade e o que é corruptível se revestirá
de incorruptibilidade... Caminhemos, pois, para o alvo e para o prêmio.