quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Refletir é preciso...

Pensando um pouco sobre política em ano de eleição. Os ramos do cristianismo tendem a olhar de forma diferente o seu envolvimento com o estado. BATISTAS são contrários ao envolvimento com a política e pregam uma separação radical entre estado e igreja. CATOLICOS olham para a igreja como a senhora do Estado, (um exemplo é o casamento religioso), anglicanos veem o Estado como o Senhor da Igreja e assim se submetem sem crísticas aos seus governantes. O sistema Calvinista (Igreja Presbiteriana do Brasil, como exemplo de uma igreja calvinista) reconhecem uma intercessão entre o estado e a Igreja. De certa forma a igreja é independente do Estado e o estado é independente da Igreja, mas a igreja está e deve está envolvida no estado. O sistema calvinista reconhece no estado uma extensão da mão de Deus, sendo ministro divino para a punição do Mal. Por isso que dentro de um igreja reformada (calvinista) não se dá atenção a política ou a eleição de candidatos, pois o sistema reconhece que seja qual for o candidato eleito, católico, espírita ou ateu, ele deve desempenhar seu papel como representante do povo e não de uma instituição. Por isso a igreja não elege seus representantes, (crente votando em crente) pois todos os eleitos são ministros de Deus e assim representantes da igreja.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Feitos a semelhança de Adão, mas moldados a semelhança de Jesus


Feitos a semelhança de Adão, mas moldados a semelhança de Jesus

Algo nos uniu ao pai de toda a raça. Algo que derivamos dele por geração ordinária, o pecado. Esta miséria é passada de pai ao filho em todas as gerações e nos torna culpados do ato impensado de Adão no Éden. Qual ato? O dar ouvidos a voz de sua mulher e comer o fruto ao qual Deus lhe havia proibido comer. Assim, por este ato entrou o pecado no mundo. Em conseqüência a morte passou a reinar na natureza humana, pois o salário do pecado é a morte. Trazemos o pecado em nós como uma herança maldita e da qual não podemos nos livrar. Por natureza somos pecadores e geraremos outros pecadores. No entanto a graça de Deus em Cristo é a solução de Deus para o pecado humano. Por meio da obediência ativa de Cristo e por sua morte substitutiva, Deus nos justifica mediante os méritos de Cristo, e resolve o problema do pecado. Isto não significa que deixamos de ser pecadores, mas que algo maior que o pecado está em nós, o Espírito Santo. Esta presença sobrenatural, após a conversão, vem agora moldando a nossa velha imagem caída à imagem daquele que é a expressão exata do ser divino, Jesus. E assim, a cada dia somos transformados de glória em glória, até que enfim chegaremos aquele glorioso dia. Dia da transformação radical. Quando o que é mortal se revestirá de imortalidade e o que é corruptível se revestirá de incorruptibilidade... Caminhemos, pois, para o alvo e para o prêmio.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

LIBERDADE OU ESCRAVIDÃO


Ensine ao homem a liberdade que logo ele a transformará em anarquia.

No Ato criativo de Deus o homem foi dotado com uma das mas espetaculares dádivas, a liberdade. A condição de se relacionar com o meio no qual estava incerido, sem que houvesse algo que determinasse, a priori, as suas escolhas. Liberdade para fazer ou para não fazer. Claro que se faz necessário uma compreensão do que seja a liberdade. Liberdade é a condição de escolher entre o certo e o errado. Este conceito apresentado impõe à liberdade regras e leis. Na criação a liberdade encontrava a regra da obediência. Comer ou não comer o fruto da árvore do bem e do mal. Neste contexto, liberdade significa obedecer a Deus. Aqui, no entanto está o cerne de toda a questão. Alguns podem pensar que Adão ao comer do fruto, apenas expressou a sua liberdade de comer ou de não comer. Ou a liberdade de obedecer ou de desobedecer. De fato, naquele momento Adão exerceu plenamente  sua liberdade, mas este ato livre de sua vontade tola foi a sentença radical para a sua escravidão. Enquando não desobedecia a Deus e se privava de comer o fruto (algo visto por muitos como uma imposição à real liberdade) o homem era verdadeiramente livre, ele podia comer ou não comer. Podia obedecer ou não obedecer. Mas, ao se libertar da regra divina e fazer o que lhe era proibido e, assim, praticar a liberdade, o homem a perde por completo. Após comer o fruto e desobedecer a Deus o homem se torna escravo do pecado. A condição passa a ser a de desobediêcia por natureza corrompida. Perdesse a condição de escolher obedecer, a regra passa ser apenas desobedecer. O triste é encontrar pessoas que entendem esta condição como liberdade. Mas, como diz o poeta: “ Se dizem sim, se dizem livres, mas não podem dizer não...” O pecador que pensa ser livre para fazer o que quiser não pode deixar de pecar. Que triste ilusão, Aprendamos que Liberdade plena é obedecer a Deus, o resto é eternidade no tronco da perdição eterna.

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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Fundamentos da Espiritualidade reformada

1. União com Cristo
Toda doutrina relacionada à salvação e à vida cristã deve ser orientada em torno dessa pedra de toque da fé. Nenhuma teoria de crescimento ou desenvolvimento cristão pode obscurecer ou ignorar esse fato central. Na espiritualidade reformada, o objetivo e o subjetivo, o exterior e o interior, estão ligados inseparavelmente por essa realidade. “Em Cristo” somos justificados e estamos sendo santificados. Esta união é vital para o relacionamento que temos com Deus Pai. Ele nos ama em Cristo, nos abençoa em Cristo, nos guia em Cristo. 
2. Justificação pela Fé Somente
“Declarado justo”: essa expressão jurídica é o cerne das Boas Novas. Se buscarmos obter o favor divino por meio da nossa vontade ou do nosso correr, terminaremos rapidamente com a justiça própria ou o desespero. O progresso na obediência vem somente à medida que reconhecemos Cristo como sendo nossa justiça, santidade e redenção. O fundamento desta justificação está no ato de Deus aplicar em nós a perfeita obediência de Cristo e os méritos de sua morte e ressurreição. De tal forma que Deus quando se relaciona com alguém que está em Cristo (a importância de nossa união com ele) o vê como um obediente à lei, com base na obediência de Cristo, e como alguém que já morreu por causa pelo seu pecado. Neste sentido Jesus nos representa ativamente, obedecendo em nosso lugar, e passivamente, recebendo a justiça de Deus na cruz em nosso lugar.
3. Santificação
Eis aqui outra palavra bíblica essencial. Uma vez declarado justo pela imputação da justiça de Cristo, agora crescemos em justiça pessoal em união com Cristo e Sua justiça. Em nossa salvação, não contribuímos com nada, exceto o nosso pecado. Mas, uma vez regenerados pela graça de Deus (à parte da nossa cooperação), estamos livres para cooperar com o Espírito Santo pela primeira vez. A santificação, portanto, diferente da regeneração, justificação, etc., requer a nossa energia e participação. Crescemos na graça e no conhecimento de Cristo, ativamente animados pelo evangelho. Tanto a justificação como a santificação são dom de Deus, em virtude da nossa união com Cristo. Embora haja participação não existe exclusividade. É o Espírito Santo, que pelos meios de graça, nos conduz em santificação. Cooperamos utilizando estes meios de graças (pregação da palavra, participação dos sacramentos e da oração).
4. Chamado/Vocação
Também relacionado ao “sacerdócio de todos os crentes”, essa doutrina reformada enfatiza o fato que tudo o que fazemos honra a Deus se o fizermos em fé. Um lixeiro não é menos espiritual que um missionário. Deus criou cada um de nós com certos dons e nós devemos encontrar significado e realização não somente nas coisas relacionadas à igreja, mas em nosso trabalho e lazer também. Essa doutrina, mais do que qualquer outra, foi responsável pelo que veio a ser identificado como “a ética protestante de trabalho”.
5. Sacramentos
Batismo e Santa Ceia, na espiritualidade reformada, figuram proeminentemente como “meios de graça”. Batismo é o começo da nossa vida em Cristo, e na Santa Ceia nos alimentamos de Cristo – o Pão da Vida – ao longo da nossa jornada no deserto

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Quem não estiver disposto a morrer não merece viver eternamento

Em tempos de teologia da libertação e da prosperidade alguém sofrer por conta do evangelho é algo extraordinário. Esta semana a rede globo, em seu principal noticiário, trouxe a informação de um homem condenado a morte no Irã por ser cristão. O reportagem chamava a atenção para o fato de o irã não respeitar o direito de diversidade religiosa, algo presente no Brasil. No entanto, o fato principal desta história deve ser a firmeza de nosso irmão iraniano.
O cristianismo em solo tupiniquim é muito brando. Temos tanta liberdade que não fazemos nada. A igreja se envolve com  mundo, e mais se aproxima de boates do que de centros religiosos. As pessoas que abarrotam as igrejas neopentecostais os fazem a procura da rosa abençoada, da fronha dos sonhos de Deus, da caneta que faz passar no vestibular, no bombom que trás a pessoa amada em três dias. Muitas superstições e crendice que nada tem haver com evangelho Bíblico. Tenho escrito que o diabo não tem aliados mais eficazes do que igrejas como a universal, mundial e internacional da graça. Seitas que tiram os olhos dos fiéis da obra expiatória de Cristo na Cruz e fazem de Deus um estivador. Sem vidas transformadas, sem conversão, sem testemunho e sem vida eterna. O exemplo do iraniano, mais do que nos alertar para a falta de liberdade em seu pais, deveria nos inspirar, nos fazer perceber que o que se vive no Brasil não e evangelho, é catolicismo sem imagens, mas tão idolatra quanto e conduzirá estes "fiéis" ao inferno. Louvo a Deus por não ser evangélico, graças a Ele sou reformado.
Quem não estiver disposta a morrer pelo evangelho não merece viver eternamente.
Que Deus tenha piedade de nós.

Apascentando Ovelhas ou Entretendo Bodes?



Pr. Charles Haddon Spurgeon

Um mal está no declarado campo do Senhor, tão grosseiro em seu descaramento, que até o mais míope dificilmente deixaria de notá-lo durante os últimos anos. Ele se tem desenvolvido em um ritmo anormal, mesmo para o mal. Ele tem agido como fermento até que toda a massa levede. O demônio raramente fez algo tão engenhoso quanto sugerir à Igreja que parte de sua missão é prover entretenimento para as pessoas, com vistas a ganhá-las.
Da pregação em alta voz, como faziam os Puritanos, a Igreja gradualmente baixou o tom de seu testemunho, e então tolerou e desculpou as frivolidades da época. Em seguida ela as tolerou dentro de suas fronteiras. Agora as adotou sob o argumento de atingir as massas.
Meu primeiro argumento é que prover entretenimento para as pessoas não está dito em parte nenhuma das Escrituras como sendo uma função da Igreja. Se este é um trabalho Cristão, porque Cristo não falou dele? "Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura." (Marcos 16:15). Isto está suficientemente claro. Assim teria sido se Ele tivesse adicionado "e proporcionem divertimento para aqueles que não tem prazer no evangelho." Nenhuma destas palavras, contudo, são encontradas. Não parecem ter-lhe ocorrido.
Então novamente, "E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores... para a obra do ministério" (Efésios 4:11-12). Onde entram os animadores? O Espírito Santo silencia no que diz respeito a eles. Foram os profetas perseguidos porque divertiram o povo ou porque o rejeitaram? Em concerto musical não há lista de mártires.
Além disto, prover divertimento está em direto antagonismo com o ensino e a vida de Cristo e de todos os seus apóstolos. Qual foi a atitude da Igreja quanto ao mundo? "Vós sois o sal" (Mateus 5:13), não o doce açucarado - algo que o mundo irá cuspir e não engolir. Curta e severa foi a expressão: "deixa os mortos sepultar os seus mortos." (Mateus 8:22) Ele foi de uma tremenda seriedade.
Se Cristo introduzisse mais brilho e elementos agradáveis em Sua missão, ele teria sido mais popular quando O abandonaram por causa da natureza inquiridora de Seus ensinos. Eu não O ouvi dizer: "Corra atrás destas pessoas, Pedro, e diga-lhes que nós teremos um estilo diferente de culto amanhã, um pouco mais curto e atraente, com pouca pregação. Nós teremos uma noite agradável para as pessoas. Diga-lhes que certamente se agradarão. Seja rápido Pedro, nós devemos ganhar estas pessoas de qualquer forma." Jesus se compadeceu dos pecadores, suspirou e chorou por eles, mas nunca procurou entretê-los.
Em vão serão examinadas as Epístolas para se encontrar qualquer traço deste evangelho de entretenimento! A mensagem delas é: "Saia, afaste-se, mantenha-se afastado!" É patente a ausência de qualquer coisa que se aproxime de uma brincadeira. Eles tinham ilimitada confiança no evangelho e não empregavam outra arma.
Após Pedro e João terem sido presos por pregar o evangelho, a Igreja teve uma reunião de oração, mas eles não oraram: "Senhor conceda aos teus servos que através de um uso inteligente e perspicaz de inocente recreação possamos mostrar a estas pessoas quão felizes nós somos." Se não cessaram de pregar a Cristo, não tiveram tempo para arranjar entretenimentos. Dispersos pela perseguição, foram por todos lugares pregando o evangelho. Eles colocaram o mundo de cabeça para baixo (Atos 17:6). Esta é a única diferença! Senhor, limpe a Igreja de toda podridão e refugo que o diabo lhe tem imposto, e traga-nos de volta aos métodos apostólicos.
Finalmente, a missão de entretenimento falha em realizar os fins desejados. Ela produz destruição entre os novos convertidos. Permita que os negligentes e escarnecedores, que agradecem a Deus pela Igreja os terem encontrado no meio do caminho, falem e testifiquem. Permita que os oprimidos que encontraram paz através de um concerto musical não silenciem! Permita que o bêbado para quem o entretenimento dramático foi um elo no processo de conversão, se levante! Ninguém irá responder. A missão de entretenimento não produz convertidos. A necessidade imediata para o ministério dos dias de hoje é crer na sabedoria combinada à verdadeira espiritualidade, uma brotando da outra como os frutos da raiz. A necessidade é de doutrina bíblica, de tal forma entendida e sentida, que coloque os homens em fogo.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Qual é a vontade de Deus para seus servos?


Qual é a vontade de Deus para seus servos? O que agrada ao Senhor? Vejo muitos pessoas se fazendo estas perguntas e procurando subjetivamente meios para agradar a Deus. Alguns fazem promessas difíceis de se cumprir, outros se obrigam a penitências sangretas e até desumanas; e ainda outros entregam seus recursos financeiros. Mas, será que isto agrada a Deus? Claro que não. Então que de fato agrada a Deus? Para inicair a resposta é necessário salientar que estamos falando de pessoas que participam da alinça com Deus por meio de Jesus o filho eterno. A lei foi promuganda inicialmente para os filhos de Israel que, pela fé, esperavam a concretização da promessa em Jesus. Agora sim, podemos responder: Como agradar a Deus? Observando os preceitos divinos. Os mandamentos foram instituidos com alguns propóstios:
1º) Eles servem para nos mostrar como somos pecadores. Por mais que tentemos guarda-los, obedecermos sempre quebraremos um ou outro. Sempre estaremos em débito. Isto porqe não há que consiga observar perfeitamente a lei de Deus. O que fazer então? Uma vez que seremos julgados por eta lei, não nos resta saída, estamos todos perdidos? Exatametne por causa da nossa condição de pecado e de incapacidade de obedecer a lei precisamos nos aguarrar àquele que perfeitamente a obedeceu, Jesus. O obra de Jesus não se dá apenas na Cruz onde Ele morre para pagar nossos pecados, mas também durante a sua vida. Em seu dia a dia Ele obedeceu a lei de Deus sem quebrar nenhum dos mandamentos. Assim, quando Jesus nos salva Ele nos torna participantes de sua obediência. É como se nós obedecêssemos a lei por meio Dele. Então é obedeceu e morreu por nós. Todos os méritos são Dele, e Deus o Pai aplica estes méritos a nós que estamos em Jesus. Desta forma, a lei mostra o quão pecadores somos e nos empurra para os braços de Cristo onde temos o perdão.
2º) Os mandamentos servem para frear o mal no coração do homem. A lei é um limitador da pecaminosidade do homem. Isto por que, mesmo nas sociedades mais longícuas e iniquas existem, de certa forma, resquícios da graça de Deus que os fazem criam normas que policiam a população; condenam o transgressor e recompensam o bom cidadão. Mesmo que não sabendo, estes estão agindo de acordo com lei de Deus grava em seus corações. Não são salvos, mas manifestam, ainda que forma distorcida, a imagem de Deus.
3º) O mandamentos nos monstram o que agrada a Deus. E aqui está a resposta para a nossa primeira pergunta, como podemos agradar a Deus? Obedecendo a sua lei. Uma vez salvos em Cristo fomos libertos da escravidão do pecado. Somos novas criaturas em Cristo e capacitados a obedecer a Deus. Isto não significa santidade plena e completa. Ainda existe resquicios de uma velha natureza que guerreia contra a nossa nova condição, mas nos é dado a possibilidade de lutar. Esta é a grande diferenaça entre salvos em Cristo e os perdidos. Os perdidos são escravos do pecado, gostam do pecado e vivem para pecar. Enquanto que nós salvos em Cristo fomos libertos e podemos lutar contra o pecado. Por vezes perdemos a luta, mas nesta aparentes derrotas nos refugiamos em Cristo, aquele que perfeitamente obedeceu por nós. Nele encontramos o perdão e a força para continuarmos a lutar.
Somente em Cristo nossos pés serão firmes e poderemos observar os preceitos divinos, e assim não seremos envergonhados, nem acusados por qualquer inimigo, pois, estamos seguros em Cristo Jesus nosso salvador. 

Pai nosso...


Todas as nossas orações devem ser feitas em nome de Jesus. Isto significa que oramos ao Pai por meio Dele. Orar em nome de Jesus é tê-lo, além de mediador, também como intercessor e paracletos (amigo que defende a nossa causa). A oração do Senhor parece ser uma exceção a isto visto não pronunciarmos a frase “em nome de Jesus” em nenhum momento. No entanto, esta não é a realidade. Quando chamamos a Deus de Pai o fazemos contando com nossa adoção por parte Dele. Mas, como Deus nos adotou?  O apóstolo João nos diz que: “todos quanto o receberam (Jesus) deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus” Jo1. 12 Somo filhos de Deus porque cremos em Jesus. Ou seja, chamamos a Deus de Pai por causa de Jesus. O incrédulo e ímpio que repete oração do Senhor, não tendo o Senhor Jesus como salvador, não possui a Deus como Pai, pois somente por meio de Jesus teremos este relacionamento filial com a divindade. Assim, até mesmo esta oração é feita em nome de Jesus.
Quando nos expressamos na oração chamando a Deus de Pai, nossa mente é levada a formar a figura de proteção que gera confiança em nosso coração. O pai terreno é aquele que supre as necessidades do lar, que protege a família e encaminha os filhos. Ao usarmos este termo para com Deus projetamos sobre ele estes conceitos e também o vemos como aquele que providencialmente governa, cuida e dirige a nossa vida. A figura do Pai também expressa o amor. Pai é aquele que morre em prol de; ou que entrega o que é de maior valor para salvar o filho. Assim, lemos nas escrituras que o Pai amou de tal maneira que deu seu filho para salvar outros filhos. (Jo. 3.16) Provando assim o seu amor para conosco (Rm 5.8).
Na oração não somos incentivados a um relacionamento exclusivista com Deus, pelo contrário, chamamos a Deus de Pai nosso. Fazemos parte de uma família, a família da fé. Todos os membros de um mesmo corpo que tendo a Cristo como o Cabeça vivem para glorificar ao Pai. Na comunidade da fé não existem melhores, nem maiores, mas, apenas servos. Não há mais importantes e mais dotados, apenas filhos que ocupando funções diferentes chamam ao mesmo Deus de Pai e caminham para a mesma salvação eterna. Que grande bênção a oração do Senhor. Temos por meio de Cristo Jesus Deus como nosso Pai. Como Pai ele governa, cuida e dirige a nossa vida. Enxerta-nos na grande família que caminha para o alvo e para o prêmio.
Te louvamos ó Deus, por ser o “Pai nosso...”

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Portanto vós orareis assim Mt. 6.9

A oração é o meio pelo qual nos relacionamos com Deus. É maravilhoso termos a possibilidade de nos apresentar frente ao trono da graça. Aliás, esta expressão usada pelo escritor de Hebreus traz a figura do rei soberano estendendo seu favor àqueles que não merecem, ou que deveriam receber todo o tipo de castigo. Mas, este rei sendo misericordioso manifesta a sua graça, seu perdão e seu favor. A oração é como uma audiência onde somos recebidos e atendidos por aquele que conduz a história e que nos abençoará com a sua boa perfeita e agradável vontade. O favor divino se manifesta até quando ele não nos dá o que pedimos. A frase inicial deste verso: “Portanto vós orareis assim” pode muito nos ajudar a compreender a importancia da oração em nossa caminhada cristã. Primeiro, a oração distingue nossa espiritualidade da religião vazia e sem sentido. Quando Jesus ressalta aos seus discípulo: "portanto vós orareis assim" ele o faz distinguindo seus discípulos dos fariseus e dos gentios. Estes tinham a sua espiritualidade voltada para o homem. Gostavam de serem visto pelos seus. Não procuravam se relacionar com Deus, mas, se mostrarem religiosos, procuravam o aplauso e serem visto pelos outros. A distinção é enfática, “portanto vós”. Nosso relacionamento para com Deus é totalmente diferente da religião fazia e sem sentido do mundo e dos incrédulos. Enquanto o mundo tenta apaziguar a ira do Deus distante, nós nos relacionamos com nosso pai providencial que já foi apaziguado pelo sacrifício de Cristo na cruz do calvário. Por isso, temos acesso direto, sem escalas, sem martírios, olhando apenas para o mediador que nos salvou. Perceba a diferença da oração cristã em relação às rezas repetidas que nos cercam nas seitas e em outras religiões.

A frase inicial de Jesus também nos ensina que a oração é uma ordem e como tal deve ser obedecida pelos cidadãos do reino eterno. “Vós orareis” é um imperativo. Nossa espiritualidade precisa ser nutrida e fortalecida. E a oração é o meio pelo qual nos expressamos em gratidão, suplicas e amor para com Deus. A oração não tem o objetivo de fazer nossas necessidades conhecidas, pois, o próprio Senhor já tinha dito (Mt. 6.8) que o Pai sabe do que necessitamos. Por que então orar? Para nos ligarmos ao eterno e comungamos com o divino. Não que teremos alguma mudança em nossa substância, mas, porque nutriremos a nossa comunhão com Deus. Além de uma ordem a oração deve ser constante. Parece uma contradição, visto que temos uma ordem que deve ser obedecida, fica claro que a oração tem que ser constante. No entanto, para deixar bem claro a intenção e fortalecer a sua orientação; o Senhor Jesus usa um tempo no verbo que seus ouvintes entenderiam claramente que eles não poderiam deixar de orar. Em todo o tempo, em todo o lugar.

A frase inicial: “portanto vós orareis assim” também nos ensina que existe um modo aceitável de nos aproximar de Deus. Mais uma vez o contraste com os fariseus e gentios nos serve de advertência. Enquanto estes criam seus modos de expressão para com Deus, nas praças, nos cantos das sinagogas, com repetições tagarelas Jesus passa a modelar a forma como seus discípulos se relacionam com Deus. Embora salvo, remidos, justificados e aceitos em Cristo, Deus continua sendo Deus e nós continuamos como criaturas. Não podemos inventar meios e modos de acordo com nossa imaginação manchada pelo pecado, nem nos guiar pelas “boas” intenções do nosso coração pecador para agradar a Deus. A forma aceitável é determinada por ele mesmo. Assim, a oração do Senhor nos mostra o caminho correto, o como podemos agradar a Deus com nossas orações. Assim sendo, devemos ter sempre este modelo em nossa mente para que não confundamos filiação com intimidade pecaminosa, graça com obrigação e misericórdia com entusiasmo. Oremos ao Senhor. Sejamos distintos em nossa espiritualidade como bons servos, obedeçamos à ordem e sejamos constantes em oração, mas, seguindo o caminho que nos é ordenado. “Portanto vós orareis assim.”

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Nosso procedimento como Servos do Reino de Deus


Fomos salvos da trevas e transportados para o reino do filho de Deus. Assim nos fala Paulo em cl 1.13. Nesta nova relação somos servos do reino de Deus. Esta constatação nos leva a compreender a realidade de um rei soberano que governa sobre tudo e todos. Este reino possui suas leis, normas, preceitos e mandamentos. Assim, o que é requerido do cidadão do reino de Deus é o cumprimento destas regras, ou seja, o que Deus como rei requer de seus súditos é obediência. O salmo 119,4 nos fala do procedimento correto para com a lei de Deus. Primeiro o salmista nos declara de onde esta lei procede, “Tu ordenaste os teus mandamentos”. Os preceitos surgem a partir do próprio Deus. A sua legalidade e autoridade são derivadas de quem os estabele. O simples fato da lei ser a lei de Deus já nos bastaria para nos levar a obediência. Pois, ele é o criador e nós criaturas, Ele é o rei e nos somos os servos, Ele é Deus e somos homens. Outro aspecto importante pode ser percebido no propósito da lei. Sendo Deus Justo e misericordioso não estabelece seus mandamentos para benefício próprio como um autoritário despota faria, mas, estitula suas regras em benefício de seu povo. Os limites estabelecidos pelos mandamentos tem como objetivo conduzir o homem a adoração aceita pelo Senhor e consequentemente a um relacionamento providencial por parte do rei para como seus servos. No Brasil normalmente se fazer uma distinção entre leis que pegam e leis que não pegam. Isto significa que existem leis que são aplicadas e outras que não são. No entanto, na lei de Deus não encontramos exceções. Todas a leis devem ser cumpridas. Isto é tão sério que tiago (Tg.2.10) nos diz que ao tropeçarmos em um dos mandamentos somos cupados por quebrar toda a lei. Por isso, o salmista é enfático ao afirmar que Deus ordenou seus mandamentos para que os cumpramos à risca. Não é nossa interpretação, nem o que pensamos ser o certo, mas, aquilo que foi ordenado deve ser cumprido. Nosso papel não é interpretar, mas, obedecer. Antes de sermos “hermeneutas” somos servos. Assim, sabendo de quem procede os mandamentos, reconhecendo nosso condição servil no reino de Deus, obedeçamos ao bom rei que providencialemente e soberanamente governa a nossa vida.
“Tu ordenaste os teus mandametnos para que os cumpramos à risca” Sl 119.4

domingo, 19 de fevereiro de 2012

COMO ADORA A DEUS?

O caminho da adoração é um indicativo de como enxergamos ao nosso Deus. A adoração é uma finalidade de vida. Fomos criados para adorar. O terrível pecado é trocar a adoração devida somente a Ele pelo culto prestado a criatura, o que caracteriza a idolatria. A mente criativa arquiteta maneiras e caminhos de acesso a divindade. Cria formas de culto e de expressões, que com a siceridade de coração, creem que estão agradando a Deus. Será que estão? Deus não se deixa levar pela sinceridade de coração, o culto aceitavél é prescrito por ele mesmo e tão restrito que não é permitido inventar, inovar ou criar formas para agradá-lo. É bem simples esta compreensão a partir das escrituras, no entanto o coração corrompido tende a enxergar nesta restrição a serciamento da liberdade. Mas quando se adora a Deus de uma forma não instituida e desprezando a forma instituida por Ele, tendo como fundamento a liberdade, o adorador não estaria adorando a si mesmo? Se o propósito é adorar a Deus, por que desprezar a instituição dele? Mas, como saber como se deve adorá-lo? O salmo 119, 2 leva a compreesão que a lei de Deus instri a busca-lo de todo o coração. Feliz o homem que guarda as prescrissões. Aguardar no sentido de observar, obedecer não se desviar. Aquele de guarda as prescrissões não está interessado nos conceitos pessoais, nos “achismos”, no que agrada a si mesmo, mas olha para a Deus, obedece a ele. As pessas buscam na adoração a Deus a satisfação pessoal, por isso fazem o que gostam e não o que agrada o Senhor. A observancia da lei, das prescrissões serve também como freio para o pecado. Estes, diz o texto, não praticam a iniquidade. A iniquidade é o mal praticado contra o próximo. É a falta de justiça. No entanto, a lei de Deus guia o adorador para fora de seu ego e o faz ver o outro fora dele mesmo. Por isso o cumprimento da lei é amar a Deus e ao próximo, ou seja, olhar além do eu. A lei do Senhor mostra e delimita o caminho certo. Não existe atalhos, a direção é indicado e é por ela que o adorador deve seguir. Assim, buscando nas prescrissões divinas o adorador se aproxima de Deus, passa a buscar a santidade e amar ao próximo. Pois, “Bem aventurado os que guardam as suas prescrissões, e o buscam de todo o coração; não praticam a iniquidade e andam nos seus caminhos.” Sl 119. 2,3

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Como podemos ter uma vida integra?

Como podemos ter uma vida integra?

Muitos falam de ética. Por ética entenda-se os valores de um cultura que tornam a convivência possível. Assim, ética é um sistema de regras, conceitos, normas e valores que possibilita a harmonia entre indivíduos da mesma sociedade. Mas a ética é variável, ela muda com o passar do tempo? A ética chamada de secular é mutável ao longo do tempo. Algo que era aceitável em um determinado momento da história se torna um crime social em outro. Algo que era visto como “status” de requinte passa a ser olhado com preconceito e criminalizado em outro período. Sem padrões absolutos não existe a possibilidade de um viver integro, pois, fazendo o que a sociedade considera certo hoje pode significar a condenação amanhã. Diante disto como ter uma vida integra? Para isto precisamos de um absoluto. Necessitamos de regras imutáveis, que não sofrem variações ao logo do tempo; que são verdadeiras e normativas desde sua origem e continuará sendo para todo o sempre. Este absoluto encontramos na lei de Deus. Os salmo 119.1 fala dos “irreprensíveis em seu caminho”. O termo irreprensível traz a ideia de algo que é realizado em sua completude, não existindo falta nem falhas. O que está em perfeita sintonia com a verdade. É aqui que a distinção de verdade absoluta e verdade mutável se torna norteadora. A ética da sociedade, fundada em seus valores mutáveis se deteriora ao longo do tempo. Não é a ética que molda a sociedade, mas a sociedade molda a ética. Os conceitos são mudados dependendo do número de pessoas que o aceitam ou não. Como andar então em sintonia com este tipo de verdade? No entanto, a verdade absoluta (a verdadeira verdade) vinda de Deus não sofre a ação do meio, nem do tempo, nem de “personas”. A esta verdade podemos nos sintonizar. Somente olhando, observado e nos adaptando a lei Deus podemos ser irreprensíveis, (completos, sem variações) em nosso caminho. Ainda que isto signifique fazer o que a sociedade considera errado, mas, em um mundo onde os conceitos mudam quem sabe amanhã não consideraram nossa postura correta? Independente disto, andamos segundo a lei de Deus porque ela é padrão ético estabelecido. E como Deus é gacioso, àqueles que andam segundo as suas normas nos diz o texto, são: “bem-aventurados.” Não por terem tudo o que querem, mas por andarem no caminho de Deus.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Como você pode alcançar a felicidade?

“Bem aventurado o homem ...que medita na lei do Senhor de dia e de noite.” Sl. 1.1,2


A busca constante do ser humano é pela felicidade. Na tentativa de alcançar este objetivo estudamos, nos profissionalizamos, nos relacionamos com amigos e buscamos o casamento, filhos, viagens e aquisições. Todo este caminho tem um objetivo: ser feliz. O triste desta busca é a sua ineficácia para satisfazer o anseio. A cada conquista uma nova se apresenta e com ela a ilusão de que a “real” felicidade será alcança. Mas por que este objetivo não é alcançado? A felicidade plena só pode ser alcançada quando entendemos o propósito de nossa criação e a razão de nossa existência. Não fomos criados e nem existimos para alcançarmos uma realização pessoa, ou conquistarmos um sonho, mas, fomos criados para glorificar a Deus. Nossa real felicidade está em reconhecermos a grandeza de Deus como Senhor da nossa vida e descansarmos em sua paternal providência. Sem Deus podemos correr de um lodo ao outro e nunca alcançaremos a felicidade, no entanto olhando para o Senhor da glória nos encontraremos, e seremos verdadeiramente felizes, isto porque a felicidade não é ter e nem ser, mas entender nossa razão de existir. Nossa finalidade, fim, razão e motivo é glorificar a Deus nos alegramos nele. O homem quer se encontrar, para isto ele precisa de Deus.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

DO QUE A BÍBLIA TRATA?

Como será o seu dia? o que vai acontecer amanhã? Qual será o seu destino? A cultura brasileira é uma mistura de valores e crenças. Vindo de seu período colonia nosso país se tornou um celeiro de crendices, misticismos e superstições. Isto devido aos rituais "mágicos" dos índios, nativos da terra; das festas e religiosidade português e das crenças animalistas oriundas da áfrica com os negros que aqui chegaram. Estas diferentes formas de expressão da religiosidade formaram e direcionam a religiosidade brasileira até hoje. Este ar mistico que paira na pátria tupiniquim se faz sentir também na igreja evangélica. Uma das facetas deste tipo de religiosidade pode ser percebido no trato com as escrituras sagradas. Muitas pessoas olham para a bíblia como um amuleto. Não poucas pessoas possuem o livro aberto no salmo 23 ou no 91, crendo que a simples presença dele trará boa sorte e afastará maus fluidos do ambiente. Outros por sua vez, procuram nas páginas uma indicação, uma direção, uma orientação de como será o dia, a semana e a vida. Não no sentido de eternidade, assunto claramente tratado nas escrituras, mas procuram na bíblia o que místicos e supersticiosos procuram no tarô, nas cartas, nos búzios ou no horóscopo. Assim, a Bíblia deixa de ser a palavra de Deus para se tornar em amuleto contra mal olhado e direcionadora de crendices populares. Mas o que do que a Bíblia realmente fala? 
Este olhar místico que acabo de descrever, tem haver com a inversão de valores que o pecado causou. Após a queda o homem passou a ser o centro do universo e Deus foi legado ao um segundo plano, ou a alguém que pode facilitar a minha felicidade. Assim procuramos na revelação de Deus tudo, menos a Deus. 
A Bíblia nos revela quem Deus é. O criador de todas as coisas. Aquele que sustenta todo o universo com a palavra do seu poder. Aquele que providencialmente cuida de seu povo e leva toda a história para um propósito determinado por ele mesmo. Com a entrada do pecado no mundo, o homem ficou distante do Deus verdadeiro e passou a adorar a criatura no lugar do criador. As escrituras nos servem de bússola para encontrarmos com o Senhor de todas as coisas.  
A Bíblia nos revela quantas pessoas há na divindade. Embora a nossa mente finita não consiga alcançar e, portanto, entender esta verdade, a Bíblia deixa de forma bem clara a existência de um Deus que sub-existe em três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo. Não são três deuses, pois, o cristianismo é absolutamente monoteísta, mas, apenas um Deus. No entanto, as três pessoas são eternas, onipotentes, onipresentes, oniscientes, ou seja, partilham dos mesmos atributos. Não é um Deus e uma pessoa que assume diferentes papeis, mas um Deus e três pessoas distintas. 
A bíblia nos revela os decretos de Deus. Por decretos entenda-se os propósitos de Deus ao logo de toda a história. Nada acontece por acaso. Tudo esta debaixo do seu governo e de sua soberania. Os decretos são executados por meio da obra de criação e da predestinação. Lendo as escrituras somos guiados ao Deus criador que no espaço de seis dias literais (24horas) criou todo o cosmo, as coisas visíveis como a terra, o sol as estrelas os animais e o homem; e as coisas invisíveis: os anjos. Todas estas coisas foram criadas no espaço destes seis dias. Através das escrituras Deus revela seu plano de salvar aqueles que desde toda a eternidade foram eleitos por eles. Esta verdade da predestinação que será comentada em um próximo texto é inegável e todas as igrejas a sustentam, que seja em uma ótica Bíblica reformada, ou em uma ótica humanista arminiana. e por fim lendo as escrituras percebemos como Deus age no tempo e no espaço fazendo com que todas as coisas progridam para o fim que ele mesmo definiu.
Podemos perceber claramente que as escrituras não falam do homem, mas apenas de Deus. Embora as escrituras não sejam um manual de como ter boa sorte elas nos leva a descansar naquele que dirige a vida e que nos conduz sempre para o melhor, pois o melhor não é o que queremos, mas, o que ele determinou. a Ele seja a glória, o domínio e o poder eternamente. amém