domingo, 4 de janeiro de 2015

O PECADO E SUAS CONSEQUÊNCIAS

O Apóstolo Paulo falando ao carcereiro da cidade de Filipos disse: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e a tua casa.” (At16.31) O ato simples de crer era a garantia de salvação daquele homem. Entretanto algumas perguntas podem ser feitas partindo desta declaração. 1ª – Por que preciso ser salvo? 2ª – Por que algumas pessoas se salvam e outras não? 3ª Posso ter certeza da minha salvação? 4ª Será que eu posso perder a minha salvação? Para responder a estas perguntas estaremos estudando os fundamentos da graça de Deus e seu processo de salvação. Partindo da teologia de Paulo e usando o suporte do restante das escrituras estudaremos os cinco pontos essenciais da salvação do povo de Deus.

1ª Ponto – O Pecado – a catástrofe da humana
A realidade, conseqüências e universalidade do Pecado.

A REALIDADE DO PECADO

Por que precisamos de uma salvação? O homem foi criado por Deus a sua imagem e semelhança. Com um propósito determinado – “Glorificar a Deus”. Nos diz Paulo:” Pois somos feitura Dele (de Deus), criados em cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas.“ (Ef.2.10)
Colocado em um jardim o homem tinha livre acesso ao grande Deus e perfeita comunhão com Ele. Neste jardim Deus deu ao homem um teste prova. Gn 2,17 – Deus permitiu ao homem comer do fruto de todas as árvores do jardim, entretanto lhe proibiu comer de uma em especial. A chamada árvore do conhecimento do bem e do mal lhe foi vetada sob pena de morte. Contudo nossos primeiros pais, enganados pelo Diabo, desobedeceram a Deus e comeram do fruto proibido. (Gn. 3). Este simples ato de comer do fruto proibido fez com que o pecado entrasse no mundo.
Mas quais foram as conseqüências do pecado na vida do homem? A promessa feita por Deus a Adão em Gn 2.17 era a de morte em caso de desobediência. E foi exatamente isto que lhes aconteceu – Morte espiritual, física e eterna.

PECADO ORIGINAL: CULPA E CORRUPÇÃO

O pecado deve ser analisado sob duas perspectivas.
1ª - Culpa pelo pecado de Adão - Deus deu a Adão um teste prova no Éden. Ali Adão era o nosso representante – se ele vencesse venceríamos, se ele perdesse perderíamos. Como ele desobedeceu a Deus todos aqueles que descendem dele nascem escravos do pecado. É esta culpa que faz o recém nascido um pecador. Paulo descreve esta verdade nestes termos: “12Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram.” (Rm 5.12).
2ª - corrupção – Tendo como fundamento à culpa do pecado de Adão (pecado Original) a natureza pecaminosa começa a produzir seus próprios pecados. Assim como uma casa se edifica sobre o alicerce nossos pecados atuais se edificam sobre o pecado original

AS CONSEQUÊNCIAS DO PECADO

Morte espiritual: “Por que o salário do pecado é a morte” (Rm .6.23). Tendo sido criado para ter Comunhão com Deus o homem se viu distante do seu criador por causa do pecado. Esta separação é descrita nos seguintes termos pelo profeta Isaias: “ 1 ¶ Eis que a mão do SENHOR não está encolhida, para que não possa salvar; nem surdo o seu ouvido, para não poder ouvir. 2 Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça.” (Is 59. 1,2). Isto é morte espiritual. Mesmo Deus estando “disponível”¹ ao homem como o texto diz (a mão do senhor não está encolhida e nem surdo seus ouvidos), contudo por causa do pecado este mesmo homem esta distante de seu criador e não pode adorá-lo e nem servi-lo. Esta “disponibilidade” de Deus se verifica até mesmo na ato revelacional. Nos diz as escrituras que a criação declara a existência do criador (Sl. 19.1-4 e Rm 1.20), no entanto o homem é impedido pelo pecado de perceber o Deus verdadeiro nesta revelação e passa a adorar a natureza. Até mesmo frente a pregação clara do evangelho o homem deixado a sua livre vontade é incapaz de ouvir a voz de Deus e de se converter. Assim nos diz Paulo: “ Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus porque lhe são loucura, e não pode entende-las, porque elas se discernem espiritualmente.” (1Co 2.14).
O Apostolo Paulo descreve o homem como morto espiritual em sua relação com seu criador quando ele nos diz “... estando vós morto em delitos e pecado”. (Ef 2.1) “ e estando nós mortos em nossos delitos... (Ef 2.5)”; “E a vós outros, que estáveis mortos pelas vossas transgressões “ (Cl 2.13). Eis aqui um ponto deveras importante. O estar morto espiritualmente impossibilita ao homem qualquer meio de se aproximar de Deus, pois o homem além de morto é escravo do pecado. Mas é uma escravidão da qual o homem não quer se libertar, pois, ele sente prazer no pecado. Paulo escrevendo esta verdade diz que o homem sem Cristo vive segundo os valores desde mundo, seguindo a vontade de diabo, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos.(Ef. 2.2-3) Como nos diz Jesus: “O julgamento é este: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque suas obras eram más.” (Jo3.19) Aqui cai o mito existencialista² do livre-arbítrio.

LIVRE ARBÍTRIO X ESCRAVIDÃO DO PECADO

O que seria livre arbítrio? Livre arbítrio seria a possibilidade de o homem fazer a suas escolhas sem que houvesse algo que determinasse estas escolhas. Assim estas escolhas estariam livres de influencias e totalmente livres. Mas se há qualquer coisa, por menor que seja que influência a escolha, ela deixa de ser livre e passa a ser determinada por alguma coisa. Como exemplo pode-se dizer.
- Um homem com sede ao escolhe um copo de água e não uma xícara de café tem neste ato algo que determina a sua escolha. A sede lhe faz preferir a água ao invés do café. -
Será que as escolhas dos homens são livres de influências? Muitas coisas influenciam as escolhas humanas – moda, política, time de futebol, cultura. Todas estas coisas fazem o homem escolher determinados objetos em detrimento de outros. Mas existe um fator mais determinante ainda e que influencia as nossas escolhas – o pecado. Assim nos diz Paulo: “15 Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e sim o que detesto. 16 Ora, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa. 17 Neste caso, quem faz isto já não sou eu, mas o pecado que habita em mim.18 Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum, pois o querer o bem está em mim; não, porém, o efetuá-lo.19 Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço.” (Rm 7.15-19). O pecado determina todas as nossas escolhas e mancha todas as nossas obras. Assim nos diz o profeta Isaias – “Sais ao encontro daquele que com alegria pratica justiça, daqueles que se lembram de ti nos teus caminhos; eis que te iraste, porque pecamos; por muito tempo temos pecado e havemos de ser salvos? Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças, como trapo da imundícia” (Is64 4,5) Até mesmo as boas ações do homem são motivadas e manchadas pelo pecado.Nossa vontade é determinada pelo pecado de tal forma que o homem não escolhe o melhor para Deus, mas para si mesmo e para satisfazer os seus desejos. E Isto o afasta de Deus sempre. Principalmente no que diz respeito a religião.

O PECADO E A RELIGIOSIDADE HUMANA

O homem foi criado para ter comunhão com Deus. Por natureza, então, o homem é um ser religioso que se aproxima do sagrado por necessidade. Se o pecado não tivesse entrado no mundo todos os homens adorariam a Deus de forma perfeita. Mas com a vinda do pecado e a conseqüente separação do homem do seu criador criou-se um buraco existencial na natureza humana. O homem criado para adorar, por causa do pecado, não podia mais adorar ao Deus verdadeiro. Como resolver esta situação? O Homem passou a criar os seus próprios deuses e a formular diversas religiões para se aproximar destes deuses. (Rm.1.18-25) Infelizmente, esta atitude longe de resolver o problema do pecado simplesmente faz o homem se afastar mais ainda do verdadeiro Deus.
Mas o homem não pode se libertar sozinho desta natureza de pecado? O ensino bíblico é taxativo, categórico em relação a isto. A resposta é não. O homem deixado a sua própria sorte, contando com suas próprias forças nunca poderá se libertar do pecado e se aproximar do seu criador. Assim nos fala o profeta Jeremias: “Pode, acaso, o etíope mudar a sua pele ou o leopardo, as suas manchas? Então, poderíeis fazer o bem, estando acostumados a fazer o mal.” (Jr 13.23). A natureza do homem é completamente corrupta.

A EXTENSÃO DO PECADO

A quantas pessoas o pecado atingiu? Será que não podem existir pessoas que não cometam pecados?
Na história houve pessoas que ensinavam a possibilidade de existir pessoas que não nasciam em pecado. Diziam elas que o pecado era uma conseqüência social e que as pessoas aprendiam a pecar por imitação. Entretanto de tal fato fosse verdadeiro era de se esperar que existisse pelo menos um ser sem pecado no mundo o que não existe. O homem carrega uma marca da existência do pecado em sua natureza – A morte física. Paulo nos diz em Rm 6.23 que “o salário do pecado é a morte”. Assim, se o homem morre fisicamente é como conseqüência do pecado que nele habita. Isto vale para todos. Desde os fetos no ventre das mães aos mais idosos. Os homens morrem por que são pecadores. Davi reflete esta realidade ao escrever o Salmo 51 e dizer “Eu nasci na iniqüidade e em pecado me concebeu minha mãe.” Ainda falando do pecado existente desde o nascimento continua Davi. “Desviam-se os ímpios desde sua concepção, nascem e já se desencaminham, proferindo mentiras.” (Sl 58.3) Todos são pecadores indiscriminadamente. Por isso continua falando Davi: “2 Do céu, olha Deus para os filhos dos homens, para ver se há quem entenda, se há quem busque a Deus. 3 Todos se extraviaram e juntamente se corromperam; não há quem faça o bem, não há nem sequer um”.(Sl 53.2,3). Por mais dura que possa parecer a declaração da Palavra de Deus, esta é uma verdade que não pode ser negada – o homem é completamente pecador em todos os seus atos e ações, pensamentos e sentimentos e não há nada nele que agrade a Deus
E Paulo resume bem esta verdade ao afirmar: “11 não há quem entenda, não há quem busque a Deus; 12 todos se extraviaram, à uma se fizeram inúteis; não há quem faça o bem, não há nem um sequer...15 são os seus pés velozes para derramar sangue,16nos seus caminhos, há destruição e miséria; 17 desconheceram o caminho da paz. 18 Não há temor de Deus diante de seus olhos.” (Rm 3.11-18)
AS DURAS PALAVRAS DE JESUS

O ensino de Jesus sobre verdade da natureza de pecado do homem é ainda mais duro. Discutindo com os fariseus Jesus lhes explicou o motivo da cegueira deles e por que eles não o ouviam nem o seguiam. “Primeiro Jesus lhes pergunta:” “Qual a razão por que não compreendeis a minha linguagem?” (Jo.8.43) Logo em seguida Jesus lhes responde: É porque sois incapazes de ouvir a minha palavra. 44 Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe os desejos. (Jo 8.43,44). O homem natural é do Diabo (Jo 8.44, 2Tm2.25-26), escravo do pecado e vive apenas para satisfazer a vontade de Satanás. (Jo Ef .2.3-4).

CONCLUSÃO

A certeza da condenação: O homem em seu estado de pecado e deixado a sua livre vontade pecaminosa está condenado ao inferno. Incapaz de ouvir voz de Deus revelada na natureza e na pregação do evangelho o ser humana não pode se aproximar do seu criador. A única possibilidade de salvação está na ação de Deus, distinta da ação do homem....

VEJAM AS VOSSAS BOAS OBRAS

Diferentes povos, diferentes raças, diferentes culturas este é o mundo. Para uma convivência pacífica os homens, organizados em sociedades, criam normas de conduta. Essas normas possuem a finalidade de reger as muitas relações dentro desta diversificada estrutura social. Por um lado elas implicam em deveres a serem cumpridos e por outro lado, penalidades em caso de quebra de alguma delas. A justiça é estabelecida quando as regras, indistintamente, são aplicadas sobre cada cidadão. Grandes ou pequenos, homens ou mulheres, negros ou brancos. Não é sem motivo que a figura tradicional da justiça é uma mulher segurando uma balança, com os pratos centralizados, e tendo os olhos vendados.
As regras das sociedades são o reflexo ou expressão da imagem de Deus no homem. Mesmo após a queda o homem traz, ainda que deturpada pelo pecado, a imagem do seu criador; sendo uma das facetas dessa imagem a retidão. O senso moral que julga, que estabelece regras, que delineia limites e cria fronteiras entre o certo e o errado e entre o direito de um e o do outro, é usado por Deus para refrear o avanço do mal. Por isso o estado como sociedade organizada, ou mesmo a tribo com seus caciques, podem ser chamados de ministros de Deus, um instrumento divino que pela aplicação justa das condenações previstas na lei, freia o avanço do mal entre as pessoas e torna a convivência possível e o mundo habitável.
Uma sociedade organizada dentro desse ideal de justiça funcionaria perfeitamente. Entretanto, a retidão como faceta da imagem de Deus se corrompeu por causa da queda. Assim, ainda que possuindo a capacidade de se organizar e de julgar entre o certo e o errado, ou mesmo tendo a capacidade de agir de acordo com a lei de Deus no que se refere a criação das normas, um novo elemento é adicionado. Um elemento “corrompidor”, o pecado.
O pecado passa a ser um elemento condicionante dentro de qualquer sistema, pois, a sociedade, que se explica pela harmonia do grupo e seu desenvolvimento em detrimento do particular, sofre a sua influência negativa . As leis regem o indivíduo em prol do coletivo, o pecado inverte isto e o indivíduo passa a ser o centro de todo o sistema. Contudo, as normas criadas ainda protegem o grupo em detrimento do particular, mas para burlar isto o pecado se manifesta na injustiça. E o que seria a injustiça, se não o abandono da verdade, ou a aplicação parcial da lei em beneficio particular? A venda deixa um dos olhos à mostra, a balança possui pesos falsos, e aquele que paga mais tem o seu “direito” assegurado.
A injustiça possui um combustível, algo que a sustenta e motiva: o enriquecimento. Uma sociedade edificada sobre sistemas financeiros, onde o lucro é o objetivo a ser alcançado, onde o ter é essencial e onde as pessoas são movidas pelo sonho de consumo, o dinheiro, como a raiz de todos os males, passa a exercer o peso fundamental na balança. A verdade, como análise dos fatos puro e simples ou como manifestação de uma retidão original, ainda que corrompida, mas presente, é ofuscada, quando não esquecida, pelo preço do terno ou a marca do carro de quem reclama. O estado como instrumento da democracia surge neste contexto com um discurso populista, mas com medidas paliativas criando mais desconfiança. Sendo o dinheiro o fator motivador, superabundam malas, meias e panetones no poder público, realçando e nominando a injustiça como corrupção. Onde mais uma vez, a verdade como instrumento de concorrência justa e leal é eclipsada por aquele que paga mais.
O cidadão, parte do grupo maior, que não possui o peso necessário se vê a mercê do sistema corrompido, criado a princípio para protegê-lo, mas, que agora o oprime. Essa realidade cria um sentimento de insegurança e faz o indivíduo mais fraco se isolar atrás dos muros, mais altos a cada dia, com medo do estado, por não confiar nele; e com medo da sociedade por causa da injustiça reinante.
A moeda de troca influencia até mesmo os redutos onde o indivíduo deveria se sentir seguro. Diante da injustiça, nada melhor que buscar a verdade e a justiça naquele que é a verdade e que julga por padrões maiores, ou seja, Deus. Entretanto, o pecado como “corrompidor” está presente até mesmo entre aqueles que falam da justiça e da verdade em nome de Deus. O milagre é para quem paga mais, a bênção tem preço tabelado e as promessas graciosas são vinculadas a ofertas voluntárias. Até mesmo em círculos históricos, a verdade pura do evangelho é maquiada e o mal aceito como expressão da cultura para não se perder salários altos. Mais uma vez o indivíduo oprimido pelo sistema corrupto, se vê sozinho e sem saída. Mas, existiria uma saída?
A lei como instrumento de Deus para frear o mal, pode ser resumida em apenas uma sentença: ao outro o que eu quero para mim. Não é sem motivo que o resumo da lei é a amar a Deus e ao próximo. Ou seja, tirar os olhos do eu, do particular, do privado e olhar para o alto e para o indivíduo que está além. Esta é a conduta daqueles que possuem um compromisso maior, não apenas com o social, mas com Deus; daqueles que obedecem as regras da sociedade, não por medo da punição, mas por dever de consciência. Que lutam contra a corrupção não com palavras, mas com a vida, refletindo nas estruturas corrompidas à luz daquele que é o sol da justiça, se tornando assim, verdadeiros luzeiros. Homens que não são movidos pelo lucro imediato, temporal, mas que entesouram bens maiores em outro lugar.
A influência marcante de um envolvimento com o sagrado se reflete no dia a dia, no trânsito, na escola, no trabalho, na política; salgando, iluminando e fazendo diferente e a diferença. Existe uma saída: conduta cristã genuína e influente. Que não esconde a verdade, que denuncia o erro e aponta o caminho, a verdade e a vida. Que propaga a mensagem conhecida como boas novas, não apenas em discursos, mas com a existência. vivendo no grupo a transformação particular que a verdade do evangelho produz.

A Ele seja a glória

De onde vim?  Para onde vou? O que estou fazendo aqui? Estas perguntas têm afligido o homem durante gerações. Estas perguntas se tornam mais intrigantes em um mundo tecnológico que vai do micro ao macro. Olhamos para o espaço, pelos olhos de gigantescos e potentes telescópios, e por mais que se procure não se encontra vida além da terra. Estamos a sós em uma vastidão formada por galáxias e constelações. À mente contemplativa e reflexiva surgem as perguntas, de onde? Para quê? Qual a razão?
Para estas indagações o cristianismo bíblico trás as respostas. Deus é a fonte de tudo. No início apenas Deus, e a partir de uma expressão soberana todas as coisas vieram a existir. Até mesma a imensidão azul dos céus. Nesta esplendorosa maravilha Deus formou, à sua imagem e semelhança, o homem. Deus deu a este ser criado o propósito da existência, glorificar o seu criador.
O homem se perde nas perguntas sobre a sua existência por entender que a felicidade é um fim em si mesmo. Existe se de si para si. Para conquistar, comprar, ter. A vida é assinalada por marcos que por vezes são  identificados por momentos de grandes conquistas: A formatura, o casamento, o primeiro emprego, o nascimento de filhos. Suas frustrações, por isso, advêm em não conquistar o pretendido. Apenas o eu, apenas o ser e ter.

 A fé cristã, no entanto convoca o homem a olhar para fora de si. O fim, o propósito da criação humana não é ganhar o mundo inteiro, mas é glorificar a Deus. Entender que todas as coisas conduzem a Ele.  O fim da providência divina que rege todas as coisas é para a glória de Deus, até mesmo a salvação e perdição dos homens no último dia é, também, para a glória de Deus. Quando o homem entende isto ele encontra significado para a sua origem. Entende sua vida, suas alegrias e mesmo seus sofrimentos. Cada dia, Cada mês e ano o conduz para o cumprimento da sua finalidade,  reconhecer que Deus é fonte e  razão de tudo. Assim o coração se volta para o seu criador em gratidão. Porque tudo o que se tem vêm de Deus e tudo é para Ele. Portanto, a Ele seja a glória pelos séculos dos séculos... Amém.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

O Fim principal do Homem

A razão da nossa existência está em glorificarmos a Deus. No início do ano buscamos planos, metas e objetivos. Ansiamos por conquistas pessoais e melhoramento de vida, finanças e relacionamentos, mas será que todas estas conquistas conseguiriam satisfazer os anseios do homem? Tendo como experiência a busca constante e sem limites, a resposta é não. A cada conquista, a cada sonho realizado um novo alvo, uma nova meta é construída e assim a cada dia do ano. Mas por quê? A razão disto é por buscarmos sentido no lugar errado. Buscamos conquistar o que não nos satisfaz. É isto que explicar comprarmos um carro zero completo e ao ainda assim ficarmos insatisfeitos e prontos para a nova compra. Somente Deus pode satisfazer os anseios do homem. Fomos criados para adorar e somente quando nos aproximarmos do Pai por meio Jesus encontraremos sentido para a vida. Ainda que não alcancemos nossos grandes sonhos, mas teremos a certeza de possuirmos o maior dos prêmios... A presença de Deus.
Feliz 2015 e que Deus seja tudo em todos.