É muito fácil clamar por liberdade e exigir o fim do preconceito quando se ocupa a posição de “vítima” em tal relação. No entanto creio que esta é uma via de mão dupla. A suposta liberdade para que as pessoas escolham a sua orientação sexual, deveria ser acompanha pela liberdade daqueles que não concordam com tais escolhas de se manifestar. Em tempo é bom que se diga, que a escolha de uma pessoa em ser homossexual é verdadeiramente uma escolha pessoal e não uma imposição da natureza; Onde uma pessoa nasce com esta ou aquela orientação, pois, se tal fato ocorresse o homossexualismo seria uma doença e tratável seria apenas um descontrole hormonal. No entanto o homossexualismo foi retirado da lista de doenças pela OMS em 1990. Assim o homossexualismo nada mais é do que uma escolha pessoal.
Não defendo uma inquisição contra os homossexuais, mas, assim como os tais praticantes desta “orientação”, podem ir e vir, falar e serem ouvidos, aqueles que contrários a esta posição deveriam possuir o mesmo direito. Mas em terras tupiniquins dar direito a alguém é tirar o direito de outro. Observem: A um homossexual é dado todo espaço na mídia para defender sua “causa”, mas os que não concordam basta uma simples palavra para serem taxados de xiitas, trogloditas e preconceituosos. Mas não seria crime tirar o direto de alguém de se pronunciar...?
Um caso pode muito bem ilustrar isto que estou dizendo. O site terra vinculou uma notícia no dia 22 de Janeiro onde a música de um ex-gay italiano era considerada favorita a ganhar um importante prêmio. A música com o tema “Luca era Gay” aborda a cura do homossexualismo, experiência vivida pelo próprio cantor, que declara que sua antiga orientação sexual era fruto de um desvio comportamental resultado de uma criação excessivamente feminina e com a falta de uma forte figura paterna. O cantor declara que: “Quem diz que se nasce gay está equivocado. Você se apaixona por um homem porque é ele quem você queria ser” (http://www.gay1.com.br/cgi-bin/news/viewnews.cgi?id=20090122522510358489&tmpl=news).
O mais interessante nisso tudo é que, este mesmo movimento que apregoa a quatro cantos a liberdade “à causa Gay”, fez exigências à direção do festival no sentido de que a música fosse vetada. Mas e a liberdade? Entretanto o festival San Remo não acatou a exigência e tudo acontecerá como o planejado no mês de fevereiro.
Bem que o Brasil podia ter a mesma coragem e dar aos dois lados, homossexuais e heterossexuais, o mesmo direito de falar. E não apenas dar ao homossexual o direito de beijar em qualquer lugar e obrigar o restante a assistir sem poder falar nada com o risco de serem acusados de preconceito........ liberdade sem crítica é ditadura.
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